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Veja como manter o plano de saúde após reajuste

EXCLUSIVO – Cuidar da saúde deve ser uma prioridade e esse conceito foi reforçado durante a pandemia. Entretanto, essa missão pode ficar mais difícil para algumas pessoas após a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) ter aprovado o aumento de 15,5% nos planos de saúde individuais e familiares, o maior aumento desde o início da série histórica em 2000. Antes, o maior índice registrado havia sido de 13,57% em 2016, segundo dados da reguladora.

A medida é válida para os planos médico-hospitalares contratados a partir de janeiro de 1999 ou que foram adaptados à nova legislação (Lei nº 9.656/98). O reajuste será aplicado aos planos com aniversário no período de maio de 2022 a abril de 2023, e será calculado com base nas variações das despesas com atendimento aos beneficiários, intensidade de utilização dos planos pelos clientes e inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo).

Em 2021, a Agência determinou um reajuste negativo de -8,19% nos planos de saúde individuais devido à queda provocada pela pandemia no uso de serviços médicos, o que acabou gerando um adiamento de procedimentos como cirurgias e exames eletivos. Em março deste ano, haviam sido registrados pela ANS 49,1 milhões de beneficiários de planos de saúde no país, contra 47,6 milhões em fevereiro do ano passado. O número de clientes de planos individuais é de cerca de oito milhões, o que representa 16,3% do volume total.

De acordo com uma pesquisa realizada pela ANAB (Associação Nacional das Administradoras de Benefícios) no final de 2021, 49,2% de usuários de planos de saúde disseram que não estariam dispostos a pagar possíveis aumentos nas mensalidades e procedimentos. Portanto, para ajudar os consumidores dos planos de saúde a manterem esse benefício, a Revista Apólice reuniu três dicas com especialistas do setor.

Efetue a portabilidade de carência

“Caso o consumidor identifique que o plano já não se encaixa em seu orçamento, ele pode sempre contar com o recurso da portabilidade, uma alternativa que permite trocar o plano ou a operadora levando consigo os prazos de carência já cumpridos”, afirma Alessandro Acayaba de Toledo, presidente da ANAB. Entretanto, o executivo ressaltou algumas regras para que seja possível efetuar a portabilidade do plano:

– Estar com o contrato ativo;– Estar em dia com as mensalidades;– Ter cumprido o prazo mínimo de permanência no plano.

Invista em um produto mais simples

“O mercado dispõe de diversos produtos que se encaixam no perfil dos consumidores. Para aqueles mais jovens, ou até mesmo se a pessoa é um profissional liberal, há a possibilidade de ir para outra operadora com categoria inferior ou reduzir a categoria na própria operadora, para se readequar à realidade econômica. Contudo, é necessário avaliar se o consumidor está em tratamento de uma doença pré-existente ou é idoso, pois nesses casos existe uma maior dificuldade de trocar de plano por um valor menor”, diz Toledo.

Contrate um plano enquanto é jovem

“Cada vez mais os planos de saúde individuais e familiares têm ganhado força, pois as pessoas estão percebendo o benefício de cultivar um bom plano desde a juventude. Dentro desse contexto, quem tem um plano de saúde desde os 20 anos vai ter menos impacto de reajustes ao chegar aos 50, diferentemente de contratar um plano de saúde apenas quando chegar aos 50 anos. Ter esse planejamento torna o cuidado com a saúde e o bem-estar muito mais sustentável financeiramente”, afirma Leandro Rodrigues, Gerente Comercial da Kipp Saúde.

NicoleRevista Apólice
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